Muitos desenvolvedores independentes passam meses tentando descobrir qual nicho vai vender mais.
E acreditam que isso é o que fará o sucesso do seu jogo, esquecendo que um jogo só se destaca quando o jogador quer continuar jogando.
Mas a verdade é que, antes de pensar em tendências e mercados, é preciso pensar em algo muito mais simples e poderoso: diversão.
Nicho importa?

Sim, o nicho pode ajudar a direcionar o marketing e alcançar um público mais específico.
Mas ele não é a alma do seu jogo, de nada adianta escolher o gênero “em alta” se o gameplay não prende o jogador.
E jogos de sucesso muitas vezes nasceram fora de qualquer tendência.
Mas se destacaram porque entregaram uma experiência genuinamente divertida e envolvente.
Busque entregar diversão acima de tudo!

Quando o jogador sente prazer ao explorar, lutar, descobrir ou simplesmente existir no seu mundo, ele automaticamente se torna seu divulgador.
E é a diversão que gera o famoso “boca a boca” que nenhum tráfego pago compra.
Portanto, antes de decidir se seu jogo será um metroidvania, roguelike ou simulador, pergunte-se: “Isso é realmente divertido de jogar?”
E se a resposta for não, gênero nenhum em alta irá salvá-lo.
O que realmente faz um jogo vender?

Um bom game não precisa reinventar o mercado, ele precisa apenas oferecer algo que faça o jogador sorrir, se desafiar ou se emocionar.
E a base do sucesso está em entregar uma boa experiência, polida, intuitiva e prazerosa.
Nichos passam, tendências mudam, mas a diversão é atemporal.
Por isso, pare de tentar prever o mercado e comece a criar o jogo que você adoraria jogar.

Pois um game divertido sempre encontrará seu público, cedo ou tarde.
No fim, é a diversão e não somente o nicho que transforma um projeto indie em um sucesso real.
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